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IDENTIFICAÇÃO
Famílias de pessoas desaparecidas podem fazer coleta gratuita de DNA

Data da notícia: 2026-08-27 10:34:33
Foto: Assessoria/Divulgação
Os familiares também podem levar objetos pessoais da pessoa desaparecida que possam conter DNA

A mobilização nacional segue até 28 de agosto e busca ampliar as possibilidades de identificação e localização por meio do cruzamento de perfis genéticos.

Teve início, na segunda-feira (24) , a Mobilização Nacional de Coleta de DNS de Familiares de Pessoas Desaparecidas. A iniciativa é mais um recurso para a identificação e localização de pessoas desaparecidas e pode ajudar a trazer respostas para as famílias. São 342 postos disponíveis em várias regiões do país até 28 de agosto.

O procedimento é gratuito e deve ser realizado, preferencialmente, por familiares de primeiro grau na seguinte ordem: pai e mãe biológicos; filhos biológicos e o outro genitor da pessoa desaparecida; e irmãos biológicos (filhos do mesmo pai e da mesma mãe).

Para realizar a coleta de DNA, os parentes devem dirigir-se a um posto e apresentar um documento de identificação, bem como as informações do Boletim de Ocorrência do desaparecimento (número, estado de registro e delegacia). É recomendável, mas não obrigatório, levar uma cópia do boletim.
Quem já fez a doação em algum momento não precisa repetir o procedimento.

Procedimento

Para a coleta, o perito utiliza um cotonete na parte interna da bochecha para a amostra. Não é necessário colher sangue. O material possibilita a comparação com perfis genéticos de pessoas encontradas, vivas ou falecidas, cuja identidade seja desconhecida. Os perfis genéticos dos familiares são cruzados com os bancos de DNA estaduais e nacional, o que amplia as possibilidades de identificação e localização.

A doação pode ser feita em qualquer ponto de coleta e não somente onde aconteceu o desaparecimento. Nestes casos, a situação deve ser comunicada aos profissionais. Se a pessoa tiver desaparecido em outro país, também é possível realizara busca por meio da verificação em bancos de DNA internacionais.

Caso o familiar não possa comparecer a um dos pontos de coleta para realizar a doação, orienta-se entrar em contato com o posto mais próximo para que a equipe avalie como viabilizar o procedimento.

Fonte: Com informações da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.




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