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VIGILÂNCIA
Agevisa orienta a população para prevenção da Doença de Chagas

Data da notícia: 2020-10-02 18:13:46
Foto: Assessoria/Divulgação
Se encontrar o inseto Barbeiro, deve-se entregar ao setor de endemias do município

Em Rondônia até setembro de 2020, foram notificados e investigados 20 casos suspeitos de Doença de Chagas no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, sendo um confirmado e 19 descartados. Mesmo não sendo um número alarmante de casos, a Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa), orienta sobre os cuidados que devem ser tomados para evitar a doença.

De acordo com a coordenação Estadual do Programa de Vigilância e Controle de Doenças de Chagas da Agevisa, medidas estão sendo adotadas para minimizar os problemas advindos da doença, que implicam em realizar ações integradas entre Agevisa, Setor de Entomologia, Análises Clínicas do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron), como referência estadual e os municípios com os serviços de saúde local.

O coordenador Estadual do Programa de Vigilância e Controle, José Maria Silva Nobre, explica que todos os casos suspeitos de Doença de Chagas, por ser um agravo de notificação compulsória imediata, deverão ser comunicados em até 24h ao serviço de Vigilância em Saúde da Agevisa no telefone: (69) 3216-5294. “Para todos os casos suspeitos da doença devem ser preenchidas a Ficha de Notificação e Investigação de Caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), e deverá ser concluído em 60 dias”.

Transmissão
A doença de Chagas é uma infecção humana causada pelo protozoário flagelado Trypanosoma cruzi, nome científico do protozoário transmissor da doença, popularmente conhecido como barbeiro, e apresenta duas fases clínicas: aguda, que pode ou não ser identificada (assintomática) e a crônica, que precisa ser tratada com medicamento específico.

O coordenador José Maria Silva Nobre, explica que a doença pode ser transmitida por diversas formas, sendo elas via vetorial, por meio da pele lesada ou com mucosas, via transfusional por transplante de órgãos de doadores infectados, via vertical passagem de parasitas de mulheres infectadas que passam para o bebê, via oral por ingestão de alimentos contaminados com os protozoários vivos e via acidental por manipulação em laboratório com material contaminado.

Os sintomas da doença são febre constante e não muito elevada entre 37,5º a 38,50º. C, diarreia, vômitos, inapetência, cefaleia, mialgias, aumento de gânglios linfáticos, manchas vermelhas na pele, de localização variável, com ou sem coceira, esclarece o coordenador de Controle de Doenças de Chagas.


Fonte: Assessoria


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