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CHUVAS
Sobe para 38 o número de mortos pelas chuvas em Minas Gerais

Data da notícia: 2020-01-25 15:57:56
Foto: TV Brasil
Há 16 pessoas desaparecidas, 2.554 desalojadas e 751 desabrigadas

Trinta e oito pessoas morreram em razão das enchentes e dos deslizamentos provocados por chuvas fortes que ocorrem em Minas Gerais principalmente desde a quarta-feira (22). Ao todo, 17 pessoas estão desaparecidas e 12 feridas no estado. As informações são do mais recente boletim da Defesa Civil do estado.

O governo mineiro decretou estado de emergência em 47 municípios. O maior número de mortos é em Belo Horizonte, oito no total. O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil de Minas Gerais mantém as buscas na comunidade de Vila Bernadete, região do Barreiro, na capital, onde uma pessoa ainda está desaparecida. Nesta manhã foram localizados os corpos de uma criança e de um casal de adultos.

Chuvas fortes provocam mortes em Minas Gerais. Reprodução - TV Brasil
Segundo o boletim, 9.607 pessoas tiveram que deixar suas casas emergencialmente (desalojadas) e 1.823 perderam a moradia. O governo estima que mais de 11,4 mil pessoas foram atingidas de alguma forma pelas chuvas fortes.

Neste domingo, a chuva deu uma trégua, o que possibilita o avanço do resgate. O trabalho é feito em uma área de declive onde houve desabamento de casas. Por causa das chuvas, o solo ficou encharcado e abalou a fixação das casas no terreno. Ainda há risco de novos desabamentos. O deslizamento de encostas foi a principal solicitação de atendimento à Defesa de Civil desde quinta-feira.

De acordo com a Defesa Civil, há risco grande de deslizamento em nove cidades da região metropolitana de Belo Horizonte: Sabará, Rio Acima, Brumadinho, Contagem, Nova Lima, Betim, Ribeirão das Neves e Ibirité, além da própria capital. Em Belo Horizonte, somente ontem (24) foram registradas 72 ocorrências desse tipo.

Entre a quinta e a sexta-feira, o volume foi o maior registrado desde que teve início o monitoramento, no ano de 1910. A previsão é que a intensidade das chuvas reduza-se a partir deste domingo (26).

A Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar continuam trabalhando no atendimento de ocorrências tanto de risco geológico (como deslizamentos e soterramentos) quanto de risco hidrológico (como alagamentos e inundações).

Situação de Emergência

O governo federal decretou, de forma sumária, situação de emergência em Belo Horizonte e Contagem, Minas Gerais, e também em quatro cidades capixabas..

Equipe do Ministério do Desenvolvimento Regional atua em apoio aos trabalhos de resposta às fortes chuvas que atingiram a região metropolitana de Belo Horizonte e o Espírito Santo. Profissionais da Defesa Civil Nacional estão em ambas as localidades para auxiliar na mitigação dos danos humanos e materiais causados pelos desastres.

A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), do Ministério do Desenvolvimento Regional, elevou o status de operação do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) para alerta máximo.

No sábado (25), o governo realizou reunião com representantes de diversos órgãos para traçar um plano de ação nos municípios mais afetados pelas chuvas.

Os temporais castigaram, até o momento, 36 municípios do estado, atingindo 3.375 pessoas. Conforme o último balanço das autoridades estaduais, sete pessoas ficaram feridas, 2.554 estão desalojadas e 751 desabrigados.

De acordo com a Defesa Civil, há risco grande de deslizamento em nove cidades da região metropolitana de Belo Horizonte: Sabará, Rio Acima, Brumadinho, Contagem, Nova Lima, Betim, Ribeirão das Neves e Ibirité, além da própria capital. Em Belo Horizonte, somente ontem (24) foram registradas 72 ocorrências desse tipo.

Entre a quinta e a sexta-feira, o volume foi o maior registrado desde que teve início o monitoramento, no ano de 1910.

A previsão é que a intensidade das chuvas reduza-se amanhã (26). A Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar continuam trabalhando no atendimento de ocorrências tanto de risco geológico (como deslizamentos e soterramentos) quanto de risco hidrológico (como alagamentos e inundações).


Fonte: Jonas Valente – Repórter Agência Brasil*


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