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Boa madrugada! Quarta-feira, 23 / 08 / 2017
HISTÓRIA
Banco da Amazônia comemora 75 anos

Data da notícia: 2017-07-11 11:42:07
Foto: Assessoria/Divulgação
O banco possui 14 agências instaladas no estado de Rondônia
O principal agente de fomento do governo federal na região Norte, o Banco da Amazônia, comemora 75 anos no dia 9 de julho. Os resultados alcançados ao longo da história reafirmam a importância da instituição para o desenvolvimento da economia dos nove estados em que atua na Amazônia Legal. Em comemoração, o banco passará por profundas mudanças para sua modernização e adoção de um novo modelo de concessão de crédito.
O seu início se dá durante a 2ª Guerra Mundial, após o Decreto-Lei nº 4451, de 9 de julho de 1942, assinado pelo então presidente do Brasil, Getúlio Vargas. Surgi então o Banco de Crédito da Borracha, que inicialmente tinha como objetivo reativar a atividade seringueira, garantindo assim o suprimento de borracha aos países aliados durante a guerra, pondo então em prática o convênio celebrado em Washington (EUA), entre o Brasil e os Estados Unidos.
Porém, após a Segunda Guerra Mundial, a borracha oriental superou as vendas da borracha nativa da Amazônia no mercado mundial, pelo fato de ser mais barata e atrativa, o que fez então o governo brasileiro mudar os rumos da instituição, criando o Banco de Crédito da Amazônia (BCA), por meio da Lei nº 1184 de 30 de agosto de 1950. Naquele momento, desafio era ocupar a Amazônia e gerar desenvolvimento, atuando em várias frentes.
A partir de 1966, o banco passa a assumir o papel de agente financeiro da política do governo federal para o desenvolvimento da Amazônia Legal, já com o nome de Banco da Amazônia. Hoje ocupa a posição de principal agente financeiro de desenvolvimento da região, respondendo por mais de 63% do crédito de fomento regional, atendendo aos vários segmentos: ribeirinhos, agricultores familiares, micros, pequenos, médios e grandes negócios.
EM RONDÔNIA
A primeira instalação do banco aqui no estado de Rondônia ocorreu na década de 1940 na cidade de Guajará-Mirim (em tupi-guarani "Cachoeira Pequena"), na época a região se dedicava ao extrativismo da goma elástica, data que ficou conhecida como “Ciclo da Borracha”. Nessa mesma década, é inaugurada a segunda agência, desta vez na atual capital, Porto Velho, situada nas margens direita do rio Madeira.
Hoje, a instituição possui 14 agências distribuídas pelas principais cidades de Rondônia, participando assim no desenvolvimento econômico e valorizando a cultural do Estado
Nos últimos cinco anos, foram investidos cerca de R$ 23 bilhões, em toda a região Amazônica. Somente em Rondônia, as contratações de crédito de fomento nos últimos cinco anos, fecharam em R$ 5 bilhões.
No último ano (2016), o Banco contratou R$ 692 milhões, sendo que deste total, R$ 550 milhões foram para operações rurais e R$ 143 milhões, para não-rurais.Esses investimentos incentivam projetos de créditos de vários setores e tamanhos, desde a agricultura familiar a grandes iniciativas de infraestrutura regional.
O banco também investiu mais de R$ 7 milhões em patrocínios culturais, esportivos, educacionais e projetos que valorizam a cultura da Amazônia e contribuem para divulgar e lançar artistas no cenário regional e nacional.
Estima-se que os impactos sociais realizados com financiamentos do FNO, concedidos nos últimos cinco anos, já incrementaram em R$ 168,4 bilhões o valor bruto da produção regional (VBP), aumentaram em cerca de R$ 87,4 bilhões o PIB regional, criaram mais de 2 milhões de novos postos de trabalho no campo e nas cidades, gerando um volume de salários de aproximadamente R$ 17,8 bilhões e crescendo a arrecadação de tributos na ordem de R$ 25,4 bilhões.
O Banco da Amazônia está adotando um novo modelo de concessão de crédito por meio das centrais de crédito que darão mais uniformidade e celeridade às demandas dos nossos clientes. A intenção é ganhar eficiência e qualidade. Esse processo de mudança exige grande modernização tecnológica para atender ao mercado com respostas ágeis, sem fragilizar a segurança, os controles e os níveis de Governança Corporativa da Instituição.
Com o novo modelo, as agências terão 70% do seu pessoal voltados ao atendimento mais especializado aos clientes, por acreditar que, para se firmar no mercado, se deve ter respostas tempestivas aos pleitos e mais eficiência operacional. Em 2018, se espera uma central de cadastro e em médio prazo centrais segmentadas.

Como se vê, o Banco da Amazônia movimenta todos os setores da economia e fortalece o desenvolvimento regional em bases sustentáveis, confirmando sua postura de agente transformador da sociedade amazônica, promovendo melhoria de qualidade de vida do povo desta região e valorizando sua biodiversidade.


Fonte: Assessoria


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