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Bom dia! Sexta-feira, 22 / 09 / 2017
REFORMA DA PREVIDNCIA
Meirelles diz que mudanas na Previdncia podem evitar outra reforma por dcadas

Data da notícia: 2017-05-13 11:14:40
Foto: Cristina Indio do Brasil/Agncia Brasil
ministro da Fazenda,Henrique Meirelles, fala na cerimnia da posse da nova diretoria da Cmara de Comrcio Americana do Rio de Janeiro
O O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse na sexta-feira(12) que, se a reforma da Previdncia entrar em vigor com as regras do relatrio aprovado na comisso especial da Cmara dos Deputados, no sero necessrias outras mudanas em dcadas.

De acordo com Meirelles, a reforma feita nos termos do atual relatrio suficiente para garantir uma economia de R$ 600 bilhes em 10 anos, cerca de 75% do previsto na proposta original do governo, de R$ 800 bilhes.

um nmero que est dentro das nossas expectativas. Outra reforma no seria necessria nos prximos anos, com este projeto como est aprovado, disse o ministro, em entrevista aps participar da posse da nova diretoria da Cmara de Comrcio Americana do Rio de Janeiro (AmCham Rio), no Hotel Copacabana Palace.

Mesmo com a perspectiva positiva, Meirelles destacou que tudo depende do crescimento do Brasil, da situao fiscal e da evoluo demogrfica nos prximos anos. Segundo o ministro, a reforma atende s necessidades do pas, mas, se houver mudanas significativas no texto no plenrio, a situao ser diferente. Vai depender de uma srie de favores, mas, se for aprovada como est, acreditamos que esta reforma pode tornar desnecessria outra reforma por algumas dcadas.

O governo avalia que no haver novas demandas dos parlamentares por mudanas no texto. A nossa expectativa que no, porque o momento da discusso se d exatamente na confeco e na aprovao do relatrio na comisso especial, e essa fase j passou, afirmou Meirelles.

Calendrio

O ministro da Fazenda espera que a Cmara vote a reforma ainda em maio para que o texto siga para anlise do Senado. No entanto, como o tema complexo, Meirelles diz que no haver prejuzo significativo se a votao dos deputados ficar para junho ou at para agosto, aps o recesso parlamentar.

Segundo ele, a reforma da Previdncia aguardada h dcadas e no faria diferena esperar mais dois ou trs meses. O ministro ponderou, no entanto, qu,e para a recuperao do nvel de confiana na economia brasileira e da atividade este ano, quanto mais cedo, as mudanas forem aprovadas, melhor.


Fonte: Cristina Indio do Brasil - Agncia Brasil


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