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Boa noite! Terça-feira, 25 / 07 / 2017
Sensibilização
Instituto de Acolhimento divulga programa “Apadrinhando uma história”

Data da notícia: 2017-05-11 09:49:27
Foto: Assessoria
Equipe multiprofissional do centro de acolhimento
(Da Redação) O Instituto Municipal de Acolhimento Adélia Santana e a Secretaria de Assistência Social de Ji-Paraná (Semas) estão divulgando o projeto “Apadrinhando uma história”, criado pelo Juizado da Infância e Juventude em parceria com a Prefeitura de Ji-Paraná e Ministério Público de Rondônia.

O projeto tem o objetivo de sensibilizar e incentivar pessoas com interesse e disponibilidade de tornarem-se ‘padrinhos e madrinhas’ de crianças e adolescentes que são acolhidos pela instituição.

Há três modalidades de apadrinhamento:
- Afetivo: é aquele que pode fazer visita à criança ou adolescente e levá-lo pra casa para passar final de semana ou as férias escolares.

- Provedor: que oferece suporte financeiro, como por exemplo, materiais escolares, calçados, brinquedos, cursos profissionalizantes, reforço escolar, prática esportiva ou consultas e procedimentos médicos que não são oferecidos pelo Sistema Único de Saúde.

- Prestador de serviços: que dá chance de profissionais liberais atenderem as crianças e adolescentes participantes do projeto, de acordo com a especialidade de trabalho.

Segundo a diretora do Instituto Adélia Santana, Margarete Porto, as crianças e adolescentes que ficam na instituição de acolhimento já passaram por muitas perdas emocionais.

“A modalidade ‘Padrinho afetivo’ é a mais criteriosa e importante, pois se torna uma maneira de garantir aos acolhidos a convivência familiar, o vínculo afetivo, emocional que uma vez foi cortado, lesionado, traumatizado“ afirmou a diretora.

O projeto foi criado há dois anos em Porto Velho e implantado há cinco meses em Ji-Paraná. De acordo com a secretária municipal de Assistência Social, Sônia Reigota, o “Apadrinhando uma história” é um projeto importante, pois dá a oportunidade para que qualquer cidadão ajude crianças e adolescentes carentes.

“O máximo que uma criança ou adolescente pode ficar em uma entidade de acolhimento é até 18 anos. E aí não está mais na idade preferida por quem quer adotar. Esse projeto se destina justamente a esses adolescentes”, explicou Sônia Reigota.

O interessado em fazer o cadastro ou conhecer melhor o projeto “Apadrinhando uma história” pode obter informações pelo telefone (69) 3423-0652 ou procurar a Secretaria Municipal de Assistência Social na avenida Marechal Rondon, n° 1522, bairro Centro; o Instituto de Acolhimento Adélia Santana está na localizado na rua Fernando de Noronha, n° 373, bairro Parque Amazonas ou o Núcleo Psicossocial do Juizado da Infância e Juventude no Fórum Desembargador Hugo Auller, na avenida Ji-Paraná, n° 315, bairro Urupá; todos no primeiro distrito da cidade.


Fonte: Assessoria


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